Outra vez aquele caminho

30 09 2008

Sinuoso com fantasmas reais e irreais que dilaceram a vítima.

Associado a patologias que marcam a distância da Saúde e equilíbrio, tornando próxima a psicose.

Palavras e terrores inauditos, testemunhas que se remetem ao silêncio corroborando com actos criminosos. As ameaças já se começaram a fazer sentir pois começamos a querer compreender aquele jovem…

Um dia fugi mas sem querer, consegui regressar ao passado.

Não quis estender a mão mas não fui capaz…





Por que razão

27 09 2008

- na minha vida entram tantas histórias reais de crianças em sofrimento, com histórias que apenas se vêem na Tv?

- persistem os homens que mentem de forma sistemática, como se eu não fosse dotado de qualquer neurónio?

- a minha sensibilidade não é respeitada?





Cota

23 09 2008

Sempre disseram (e dizem) que não obstante os 30 mantém ar de adolescente.

Dois dias bastaram para duas vezes ouvir: -”Tu não fazes o meu estilo. Já és cota e eu gosto de gajos novinhos ainda nos vintes”.

Interroga-se onde terá errado e no que terá feito para que o amor não surga.

Até aqui, neste mundo o qual insistem que seja “virtual”, há quem o nome lhe oculte…





Fog is a bastard

21 09 2008

Diferentes formas de amar?





A razão

20 09 2008





A viver no mundo sem ti

19 09 2008

The Rasmus “Living in a world without you”  – Porque sinto-me só, sem força para superar esta actual barreira.

 

Its hard to believe that it came to this
You paralysed my body with a poison kiss
For 40 days and nights I was chained to your bed
You thought that was the end of the story
Something inside me called freedom came alive
Living in a world without you

You told me my darling
Without me you’re nothing
You taught me to look in your eyes
And fed me your sweet lies

Suddenly someone will stare in the window
Looking outside at the sky that had never been blue
Oh there’s a world without you
I see the light
Living in a world without you
Oh there is hope to guide me
I will survive
Living in a world without you

Its hard to believe that it came to this
You paralysed my body with a poison kiss
For 40 days and nights I was chained to your bed
You thought that was the end of the story
Something inside me called freedom came alive
Living in a world without you

You put me together
Then trashed me for pleasure
You used me again and again
Abused me, confused me

Suddenly naked I run through your garden
Right through the gates of the past and I’m finally free
Oh there’s a world without you
I see the light
Living in a world without you
Oh there is hope to guide me
I will survive
Living in a world without you

Its hard to believe that it came to this
You paralysed my body with a poison kiss
For 40 days and nights I was chained to your bed
You thought that was the end of the story
Something inside me called freedom came alive
Living in a world without you

Its hard to believe that it came to this
You paralysed my body with a poison kiss
For 40 days and nights I was chained to your bed
You thought that was the end of the story
Something inside me called freedom came alive
Living in a world without you

Oh there’s a world without you
I see the light
Living in a world without you
Oh there is hope beside me
I will survive
Living in a world without you
Living in a world without you
Living in a world without you
Living in a world without you
Living in a world without you





O

19 09 2008
O - de Paulo Loriente

O - de Paulo Loriente

 

Da Galeria Olhares,

De Paulo Rebelo Loriente





O brinquedo

18 09 2008

 

 

Com o olhar puro e o sorriso de orelha a orelha, apesar de pré-adolescente, pediu-me se podia brincar com o boneco que se encontrava na sala dos alunos do 1º CEB. Enquanto os restantes brincavam, quase silenciosamente, aos pares, ele perdia-se deliciado imprimindo movimentos ao boneco, acabando por cativar a atenção, quase de admiração, dos pares.

Perdi-me no seu mundo, contendo o meu choro interno. Quanta falta de afectos, no mundo daquele menino perdido que quer acreditar ter uma mãe que o ama e um irmão que o protege, sem o empurrar para as linhas ténues da prostituição…





Mundo sem inocência

16 09 2008

Aquele elogio aos meus lábios não fora, por mim, compreendido.

Então, não se apecebendo que o via como um “pai” disse: – “Os teus lábios são carnudos. Mesmo bons para chupar”. Senti nojo e logo distanciamento marquei daquele ser com idade para meu progenitor mas cujo motivo do repúdio estava na forma como se aproximou e na ordinarice que demonstrou, de forma gratuita.

Este episódio, do passado, ainda percorria eu caminhos sinuosos à procuro do meu Eu, emergiu quando olhei para aquele pré-adolescente pelo qual sou responsável, tão carente e com vivências tão traumatizantes. Aquele jovem que, ao ouvir falar na sala escura saiu do hall a gritar “Nãooooooo” e depois, à tarde, com toda a sua força me abraçou, pedindo desculpa. Ele marca uma nova etapa na minha vida. Para além do exposto, um pré-adolescente que, muito provávelmente foi forçado a prostituir-se, estando em risco de tal pois já é criança em risco.

Acção do tribunal de menores – falta de provas – arquivamento do processo.

Mundo sem pares…

Ímpar e cruel!





E se

13 09 2008
Untitled

Untitled





É a minha vida

11 09 2008

“It’s my Life” – The Animals

A sequência dos loucos deseperados recomeçou com traços vitais de um salazarismo nefasto, pautado pelo repúdio à classe docente.

Tenho saudades vossas. São elementos muito importantes para mim. Porém, a falta de tempo tem-me consumido – modas quotianas…