Just a perfect day

31 03 2008

Lou Reed
Transformer (1972)
Perfect Day

Just a perfect day,

Drink Sangria in the park,

And then later, when it gets dark,

We go home.

Just a perfect day,

Feed animals in the zoo

Then later, a movie, too,

And then home.

Oh it’s such a perfect day,

I’m glad I spent it with you.

Oh such a perfect day,

You just keep me hanging on,

You just keep me hanging on.

Just a perfect day,

Problems all left alone,

Weekenders on our own.

It’s such fun.

Just a perfect day,

You made me forget myself.

I thought I was someone else,

Someone good.

Oh it’s such a perfect day,

I’m glad I spent it with you.

Oh such a perfect day,

You just keep me hanging on,

You just keep me hanging on.

You’re going to reap just what you sow,

You’re going to reap just what you sow,

You’re going to reap just what you sow,

You’re going to reap just what you sow…


 


 




Estranho

30 03 2008

Os comentários, neste blogue, tem sido crescentes. Tendência contrária têm os comentários. Já no passado, em outra casa, com outro blogue, estranhava a dificuldade em comentar por parte dos portugueses.

É mais fácil agredir…

Nestes dois meses, a entrar no terceiro (Janeiro foi um mês irreal para este espaço dado ter importado conteúdos de um outro, alterando a data de Fevereiro para Janeiro), o número de visitantes é significativo, sobretudo atendendo ao conteúdo por aqui deixado.

A todos, um abraço.

O amarelo de uma estrela do mar





Sobreviremos!!!

30 03 2008

Cruzada
First I was afraid, I was petrified,
Kept thinkin I could never live without you by my side,
But then I spent so many nights,
Thinkin how you did me wrong, and I grew strong,
And I learned how to get along.
And so you’re back from outer space,
I just walked in to find you here,
Whih that sad look upon your face,
I should have change that stupid lock,
I should have made you leave your key,
If I’d known for just one second,
You’ll be back in front of me.
[REFRAIN]:
Go on now go, walk out the door,
Just turn around know, caus you’re not welcome anymore,
Weren’t you the one who fried to hurt me whith goodbye?
Did you think I crumble,
Did you think I lay down and die?
Oh, no not I, I will survive,
And as long as I know how to love I know I’m still alive,
I’ve got all my love to live,
I’ve got all my live to give,
An’d I’ll survive, I will survive, I will survive…

Oh, live all love kept me sleep, not to fall apart,
No at trying hard to mend the pieces of my broking heart,
And I spent oh so many nigths, just feelin sorry for myself,
I used to cry but now I hold my heard up high,
And you set me, somebody new,
I’m not that chained up little person still in love whith you,
And so you feel like droppin in and you expect me to be free,
Who now, I’m savin all my lovin for someone who’s lovin me.





Self control

30 03 2008
Vela, vamos Vencer!
Acreditemos, por muito difícil que seja…
Oh, the night is my world
City light painted girl
In the day nothing matters
It’s the night time that flatters
In the night, no control
Through the wall something’s breaking
Wearing white as you’re walkin’
Down the street of my soul

You take my self, you take my self control
You got me livin’ only for the night
Before the morning comes, the story’s told
You take my self, you take my self control

Another night, another day goes by
I never stop myself to wonder why
You help me to forget to play my role
You take my self, you take my self control

I, I live among the creatures of the night
I haven’t got the will to try and fight
Against a new tomorrow, so I guess I’ll just believe it
That tomorrow never comes

A safe night, I’m living in the forest of my dream
I know the night is not as it would seem
I must believe in something, so I’ll make myself
believe it
That this night will never go

Oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh
Oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh

Oh, the night is my world
City light painted girl
In the day nothing matters
It’s the night time that flatters

I, I live among the creatures of the night
I haven’t got the will to try and fight
Against a new tomorrow, so I guess I’ll just believe
it
That tomorrow never knows

A safe night, I’m living in the forest of a dream
I know the night is not as it would seem
I must believe in something, so I’ll make myself
believe it
That this night will never go

Oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control … [fade out]





Outro sonho

29 03 2008

A chama

O mundo real dos sonhos parece querer conquistar a minha vida. Trata-se de sonhos reais pautados pela sua não concretização. Desejos não realizados, estados de manifestação do inconsciente.

Nesta noite, Coimbra – cidade por mim rejeitada quando ingressei no Ensino Superior – foi o meu berço. Completamente integrado, no curso conheci o amor e vivi, a aprendizagem, de forma salutar, sabendo estudar e respeitando horários de estuos (conceitos por mim desconhecidos, há 15 anos atrás). Ele, cujo rosto não recordo, emanava energia envolvendo-me nas actividades físicas, por mim sempre detestadas. Não tinha pois tempo para sofrer.

Aceitando-me, lá estavam, no meu sonho, a minha mãe, a Helena (amiga de infância) e a Manuela (amiga de adolescência). Meu pai, curiosamente não tinha rosto  e da sua personalidade apenas constavam aspectos positivos, os quais somente descobri quando começou a denotar alguma dependência e respeito em relação à minha pessoa.

 

Foi um sonho tão bom, contrastando com o da noite anterior. Quando acordei, chorei. Não estou habituado à suavidade, mesmo que em sonhos.

Debrucei-me numa análise profunda, destes sonhos. Constatei culpabilizar meu pai pela minha infelicidade, não estar feliz, ao nível profissional, erros do passado que não posso corrigir e a assustadora necessidade em conduzir. Também o ser um adulto jovem sem sonhos concretizados, em resultado da crise que se vive. É verídico que, neste país, jovens na casa dos trinta anos, ainda vivem em casa dos pais. As diferenças sociais são cada vez mais evidentes e nem o meu projecto de estudos posso levar avante dado ser fruto da classe operária e não saber viver endividado.

Uma outra vez vejo-me sitiado pelo nó na garganta e vontade de chorar que me impedem de escrever.

Até quando? Não quero enlouquecer.





Verdade?

29 03 2008




No sonho da verdade

28 03 2008

Dead Pills

O comprimido pautou a procura da não sucessiva descida ao abismo.
Sonhei.
Há quanto tempo não conseguia tal feito…
No nevoeiro rodeado de nostalgia, num choro compusivo, viajei ao início dos anos 70 procurando viver a morte do meu irmão, que não conheci, e toda a dor da minha mãe. O nó, no peito fez-se sentir e fantasmas questionaram-me acerca de como uma mãe, com amor, detecta, a deficiência na sua cria, a assume e contempla uma morte anunciada, lutando contra as forças contrárias.
Acordei e voltei a entrar naquele sono profundo, porém provocado. Desta vez, indo ao encontro dos meus fantasmas, sempre em contacto com quem me é próximo – a minha mãe – e por ela chorando, dado não corresponder às expectativas. Afinal nada sou. Vivo de medos, atrofiado no meu próprio eu… Mas algo contemplei: estive muito doente, no reino da fobia social, e muitos passos dei em frente, desde o 1º. Porém, dentro ou fora de casa, não consigo caminhar de cabeça erguida. Sinto dor. Por vezes penso que a mesma é absurda e injustificável perante tantas outras. Mas não posso abandonar tal sentir.
O amor não conheço…
Fui fruto do desejo e agora os anos dourados deixei passar.




Tempos de perseguição

26 03 2008

A castanha

Fechado, sem luz ou sonoridades, admito entrar no mundo do abismo, uma vez mais.
Com o telemóvel desligado durante o dia, apenas há pouco tive coragem de o ligar. Sete chamadas, com uma mensagem escrita, fria: “é favor entrar em contacto com a Escola”.
Aquele nó, de outrora, na laringe, volta a fazer-se sentir, parecendo não me deixar respirar. Os dias destinados a algum descanso são de eterna ansiedade, pautada por toneladas de chocolate. Há que elaborar os objectivos, para a avaliação docente, nos quais me posso afundar e, na pior das hipóteses, num futuro breve, vir a ser despedido. É que a relação pedagógica – aquela que se estende fora da sala de aula – não se avalia. O importante são os aspectos queer, como intervir em muitas festas e passeios. O mesmo se aplica à submissão perante outros com menor competência e a não expressividade de qualquer ideia que não vá de encontro ao pretendido pela entidade patronal ou actuais políticas.
O nojo invade o meu corpo, da mesma forma que a acne preenche o meu rosto, com dor. Os banhos já não são momentos de prazer. Sinto a urgência da intervenção técnica mas, o horário laboral não me permite faltar. Actualmente, neste país, no ramo da educação, faltar para tratar da saúde é motivo de penalização, para a progressão.

Afinal nada sou e já fui alguém…





La mamma morta

24 03 2008

Curta é a vida…

Por vezes, sem tempo para dizer “adeus”. Num ápice tornamo-nos no nada. E assim, pensamos que a dor cessou. Mas será esta migração apenas para os seguidores de Jesus Cristo? Questiono a nossa missão. Para quê morrer em sofrimento?





High and Dry

22 03 2008
Dos Radiohaed

from br.youtube.com posted with vodpod

Two jumps in a week,

I bet you think that’s pretty clever don’t you boy.
Flying on your motorcycle, watching all the ground beneath you drop.
You’d kill yourself for recognition; kill yourself to never ever stop.
You broke another mirror; you’re turning into something you are not.

Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry

Drying up in conversation, you will be the one who cannot talk.
All your insides fall to pieces, you just sit there wishing you could still make love
They’re the ones who’ll hate you when you think you’ve got the world all sussed out
They’re the ones who’ll spit at you. You will be the one screaming out.

Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry

It’s the best thing that you’ve ever had, the best thing that you’ve ever, ever
had.
It’s the best thing that you’ve ever had; the best thing you’ve had has gone away.

Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry





Coragem

22 03 2008

O amarelo do mel





Viveres gay, com Saúde

21 03 2008




Baby can I hold you

19 03 2008

 

Ronan Keating

Sorry
Is all that you cant say
Years gone by and still
Words dont come easily
Like sorry like sorry
Forgive me
Is all that you cant say
Years gone by and still
Words dont come easily
Like forgive me forgive me

But you can say baby
Baby can I hold you tonight
Maybe if I told you the right words
At the right time youd be mine

I love you
Is all that you cant say
Years gone by and still
Words dont come easily
Like I love you I love you





Orientação indesejada

19 03 2008

Quando me descobri, antes da época da abnegação e cinzentismo, o amor pensava ter encontrado.

A luz brilhou na primeira etapa do concurso “Operação Triunfo”. Apesar do não apuramento, a sua voz fez eco e na cidade fria, porém amada, adquiriu maior dimensão. Recordo o meu casaco preto, a forma natural como iniciamos toda a conversação… O que esperava durar três horas acabou por se estender, durante a noite, num percurso em autoestrada, até outra cidade maior, mais fria e apaixonante.

No seio da escuridão tremíamos. Apenas mais tarde percebi que de desejo. Na altura, fantasmas ainda pairavam em mim, sussurrando a minha “indefinição”.

Desejou-me e não correspondi.

Quando preparado, a Luz tinha deixado de brilhar e aquela noite não se repetiu. Decidido a reviver – como se a vida fosse feita de repetições -, de todas as formas procurei reaver aquele momento. Roubado ou não, não regressaste. Adquiri tamanha dimensão: a de Amigo. Aquela que não queria e a outra, a que deixei escapar, voou levando-te mesmo à traição.

Chorei, no início, lágrimas que queimavam o meu rosto, naquela viagem de comboio, ao descobrir-te, sentir algo diferente que não queria. Mais tarde, por te ter perdido e sentir que devia dizer adeus.

Cantaste a música que ainda hoje me magoa:





Palavras inauditas, na minha vida

19 03 2008

from br.youtube.com posted with vodpod

Father
It’s not time to make a change
Just relax, take it easy
You’re still young, that’s your fault
There’s so much you have to know
Find a girl, settle down
If you want you can marry
Look at me, I am old, but I’m happy

I was once like you are now
and I know that it’s not easy
To be calm when you’ve found something going on
But take your time, think a lot
Think of everything you’ve got
For you will still be here tomorrow, but your dreams may not Son
How can I try to explain, when I do he turns away again
It’s always been the same, same old story
From the moment I could talk I was ordered to listen
Now there’s a way and I know that I have to go away
I know I have to go Father
I was once like you are now
and I know that it’s not easy
To be calm when you’ve found something going on
But take your time, think a lot
Think of everything you’ve got
For you will still be here tomorrow, but your dreams may not Son
All the times that I cried
keeping all the things I knew inside
It’s hard, but it’s harder to ignore it
If they were right, I’d agree
but it’s them THEY know not me
Now there’s a way and I know that I have to go away
I know I have to go
(father– stay stay stay, why must you go and
Make this decision alone? )
Ronan Keating ft Yusuf Islam – “Father and Son”