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Os comentários, neste blogue, tem sido crescentes. Tendência contrária têm os comentários. Já no passado, em outra casa, com outro blogue, estranhava a dificuldade em comentar por parte dos portugueses.
É mais fácil agredir…
Nestes dois meses, a entrar no terceiro (Janeiro foi um mês irreal para este espaço dado ter importado conteúdos de um outro, alterando a data de Fevereiro para Janeiro), o número de visitantes é significativo, sobretudo atendendo ao conteúdo por aqui deixado.
A todos, um abraço.
Oh, live all love kept me sleep, not to fall apart,
No at trying hard to mend the pieces of my broking heart,
And I spent oh so many nigths, just feelin sorry for myself,
I used to cry but now I hold my heard up high,
And you set me, somebody new,
I’m not that chained up little person still in love whith you,
And so you feel like droppin in and you expect me to be free,
Who now, I’m savin all my lovin for someone who’s lovin me.
You take my self, you take my self control
You got me livin’ only for the night
Before the morning comes, the story’s told
You take my self, you take my self control
Another night, another day goes by
I never stop myself to wonder why
You help me to forget to play my role
You take my self, you take my self control
I, I live among the creatures of the night
I haven’t got the will to try and fight
Against a new tomorrow, so I guess I’ll just believe it
That tomorrow never comes
A safe night, I’m living in the forest of my dream
I know the night is not as it would seem
I must believe in something, so I’ll make myself
believe it
That this night will never go
Oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh
Oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh
Oh, the night is my world
City light painted girl
In the day nothing matters
It’s the night time that flatters
I, I live among the creatures of the night
I haven’t got the will to try and fight
Against a new tomorrow, so I guess I’ll just believe
it
That tomorrow never knows
A safe night, I’m living in the forest of a dream
I know the night is not as it would seem
I must believe in something, so I’ll make myself
believe it
That this night will never go
Oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh, oh-oh-oh
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control
You take my self, you take my self control … [fade out]

O mundo real dos sonhos parece querer conquistar a minha vida. Trata-se de sonhos reais pautados pela sua não concretização. Desejos não realizados, estados de manifestação do inconsciente.
Nesta noite, Coimbra – cidade por mim rejeitada quando ingressei no Ensino Superior – foi o meu berço. Completamente integrado, no curso conheci o amor e vivi, a aprendizagem, de forma salutar, sabendo estudar e respeitando horários de estuos (conceitos por mim desconhecidos, há 15 anos atrás). Ele, cujo rosto não recordo, emanava energia envolvendo-me nas actividades físicas, por mim sempre detestadas. Não tinha pois tempo para sofrer.
Aceitando-me, lá estavam, no meu sonho, a minha mãe, a Helena (amiga de infância) e a Manuela (amiga de adolescência). Meu pai, curiosamente não tinha rosto e da sua personalidade apenas constavam aspectos positivos, os quais somente descobri quando começou a denotar alguma dependência e respeito em relação à minha pessoa.
Foi um sonho tão bom, contrastando com o da noite anterior. Quando acordei, chorei. Não estou habituado à suavidade, mesmo que em sonhos.
Debrucei-me numa análise profunda, destes sonhos. Constatei culpabilizar meu pai pela minha infelicidade, não estar feliz, ao nível profissional, erros do passado que não posso corrigir e a assustadora necessidade em conduzir. Também o ser um adulto jovem sem sonhos concretizados, em resultado da crise que se vive. É verídico que, neste país, jovens na casa dos trinta anos, ainda vivem em casa dos pais. As diferenças sociais são cada vez mais evidentes e nem o meu projecto de estudos posso levar avante dado ser fruto da classe operária e não saber viver endividado.
Uma outra vez vejo-me sitiado pelo nó na garganta e vontade de chorar que me impedem de escrever.
Até quando? Não quero enlouquecer.
Fechado, sem luz ou sonoridades, admito entrar no mundo do abismo, uma vez mais.
Com o telemóvel desligado durante o dia, apenas há pouco tive coragem de o ligar. Sete chamadas, com uma mensagem escrita, fria: “é favor entrar em contacto com a Escola”.
Aquele nó, de outrora, na laringe, volta a fazer-se sentir, parecendo não me deixar respirar. Os dias destinados a algum descanso são de eterna ansiedade, pautada por toneladas de chocolate. Há que elaborar os objectivos, para a avaliação docente, nos quais me posso afundar e, na pior das hipóteses, num futuro breve, vir a ser despedido. É que a relação pedagógica – aquela que se estende fora da sala de aula – não se avalia. O importante são os aspectos queer, como intervir em muitas festas e passeios. O mesmo se aplica à submissão perante outros com menor competência e a não expressividade de qualquer ideia que não vá de encontro ao pretendido pela entidade patronal ou actuais políticas.
O nojo invade o meu corpo, da mesma forma que a acne preenche o meu rosto, com dor. Os banhos já não são momentos de prazer. Sinto a urgência da intervenção técnica mas, o horário laboral não me permite faltar. Actualmente, neste país, no ramo da educação, faltar para tratar da saúde é motivo de penalização, para a progressão.
Afinal nada sou e já fui alguém…
Curta é a vida…
Por vezes, sem tempo para dizer “adeus”. Num ápice tornamo-nos no nada. E assim, pensamos que a dor cessou. Mas será esta migração apenas para os seguidores de Jesus Cristo? Questiono a nossa missão. Para quê morrer em sofrimento?
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Two jumps in a week,
I bet you think that’s pretty clever don’t you boy.
Flying on your motorcycle, watching all the ground beneath you drop.
You’d kill yourself for recognition; kill yourself to never ever stop.
You broke another mirror; you’re turning into something you are not.
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Drying up in conversation, you will be the one who cannot talk.
All your insides fall to pieces, you just sit there wishing you could still make love
They’re the ones who’ll hate you when you think you’ve got the world all sussed out
They’re the ones who’ll spit at you. You will be the one screaming out.
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry
It’s the best thing that you’ve ever had, the best thing that you’ve ever, ever
had.
It’s the best thing that you’ve ever had; the best thing you’ve had has gone away.
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Ronan Keating
SorryBut you can say baby
Baby can I hold you tonight
Maybe if I told you the right words
At the right time youd be mine
I love you
Is all that you cant say
Years gone by and still
Words dont come easily
Like I love you I love you
Quando me descobri, antes da época da abnegação e cinzentismo, o amor pensava ter encontrado.
A luz brilhou na primeira etapa do concurso “Operação Triunfo”. Apesar do não apuramento, a sua voz fez eco e na cidade fria, porém amada, adquiriu maior dimensão. Recordo o meu casaco preto, a forma natural como iniciamos toda a conversação… O que esperava durar três horas acabou por se estender, durante a noite, num percurso em autoestrada, até outra cidade maior, mais fria e apaixonante.
No seio da escuridão tremíamos. Apenas mais tarde percebi que de desejo. Na altura, fantasmas ainda pairavam em mim, sussurrando a minha “indefinição”.
Desejou-me e não correspondi.
Quando preparado, a Luz tinha deixado de brilhar e aquela noite não se repetiu. Decidido a reviver – como se a vida fosse feita de repetições -, de todas as formas procurei reaver aquele momento. Roubado ou não, não regressaste. Adquiri tamanha dimensão: a de Amigo. Aquela que não queria e a outra, a que deixei escapar, voou levando-te mesmo à traição.
Chorei, no início, lágrimas que queimavam o meu rosto, naquela viagem de comboio, ao descobrir-te, sentir algo diferente que não queria. Mais tarde, por te ter perdido e sentir que devia dizer adeus.
Cantaste a música que ainda hoje me magoa:
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Father